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Câncer de pele

Câncer de pele

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O câncer de pele é considerado a forma mais comum de câncer, tanto no Brasil quanto no mundo, correspondendo a uma parcela significativa de todos os casos oncológicos registrados anualmente. Ele se desenvolve quando as células da pele sofrem mutações e começam a se multiplicar de forma descontrolada, originando lesões que podem variar em aparência, tamanho e agressividade.

A principal causa está relacionada à exposição solar excessiva e acumulada ao longo da vida, especialmente sem o uso adequado de proteção, mas também existem outros fatores que podem contribuir, como histórico familiar, pele clara, presença de muitas pintas e o contato frequente com agentes químicos nocivos.

Apesar de ser uma doença que assusta pela frequência com que é diagnosticada, é importante destacar que, quando identificado em estágios iniciais, o câncer de pele apresenta altas taxas de cura.

sso significa que a prevenção, por meio de hábitos diários de proteção solar, e o acompanhamento regular com um dermatologista são fundamentais não apenas para reduzir os riscos, mas também para garantir que qualquer alteração seja detectada o mais cedo possível. Assim, além de preservar a saúde, o diagnóstico precoce aumenta as chances de um tratamento mais simples, eficaz e com menor impacto estético.

Principais tipos de câncer de pele

Existem três tipos principais de câncer de pele, que se diferenciam em gravidade e comportamento. O carcinoma basocelular (CBC) é o mais comum e menos agressivo, apresentando crescimento lento e baixa chance de se espalhar para outros órgãos. Já o carcinoma espinocelular (CEC) pode ser mais agressivo, atingindo camadas mais profundas da pele e, em alguns casos, provocando metástases. O melanoma, embora menos frequente, é considerado o mais grave, pois pode se disseminar rapidamente pelo corpo. Identificar precocemente esses tipos aumenta muito a eficácia do tratamento.

A importância da prevenção

Mais do que tratar, a melhor forma de lidar com o câncer de pele é preveni-lo. O uso diário de protetor solar é indispensável, mesmo em dias nublados ou ambientes fechados. Evitar a exposição ao sol nos horários de maior intensidade, entre 10h e 16h, utilizar roupas com proteção UV, chapéus e óculos escuros são medidas simples que reduzem muito os riscos. Além disso, realizar consultas periódicas com o dermatologista garante não só a detecção precoce de lesões suspeitas, mas também a manutenção da saúde da pele como um todo.

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Dra. Luciane Hyppolito dos Santos

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Dra. Luiza Hyppolito dos Santos